Sem Feminismo não há Agroecologia!

Segunda, 15 Outubro 2018 09:51 Por:
Sem Feminismo não há Agroecologia!

SORORIDADE NO SEMIÁRIDO

A garantia da igualdade e da liberdade para as mulheres agricultoras do Semiárido requer a autonomia econômica e pessoal. Dona Alexandrina da comunidade Carcará, localizada em Hidrolândia reconhece a importância do seu trabalho e de outras mulheres como de fundamental importância para o empoderamento, soberania alimentar e promoção de direitos e políticas públicas para as mulheres no Semiárido. Para ela, ser agricultora em meio a tantos cenários, é semear a resistência no coração de tantas outras companheiras de luta, “tenho pra mim que vou viver muito ainda, irei ver muita mulher no lugar que ela quer viver. Ser mulher é resistir e lutar”.

SER MULHER É RESISTIR E LUTAR

Dona Alexandrina é beneficiária do Projeto Paulo Freire e foi por meio do Projeto de Assessoria Técnica Contínua que ela passou a conhecer novas técnicas de convivência com seu quintal produtivo, observando o cotidiano e questões de gênero dentro e fora de sua casa. O Instituto Antônio Conselheiro (IAC) em parceria com o Governo do Estado do Ceará e a Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA) está executando nas comunidades da região de Sobral II. Conheça nossa página no Facebook e partilhe com seus amigos a agroecologia!



voltar